Aula aberta de Direito Internacional recebe Rubens Ricupero na PUC-SP
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Prof. Rodrigo Amaral analisa impactos da medida aprovada pelo Parlamento israelense e suas implicações no direito internacional
A aprovação, pelo Parlamento de Israel, de um projeto de lei que prevê pena de morte para palestinos condenados por assassinatos classificados como atos terroristas provocou reações críticas de lideranças internacionais e organismos multilaterais. A proposta estabelece a execução como sentença padrão nesses casos, com prazos definidos após a condenação.
A medida recebeu apoio do governo liderado por Benjamin Netanyahu, mas foi contestada por autoridades europeias e especialistas em direitos humanos, que apontam possíveis violações ao direito internacional e questionam a aplicação diferenciada da lei conforme a origem dos acusados.
Entre as manifestações contrárias, o premiê espanhol Pedro Sánchez classificou a legislação como desigual ao prever punições distintas para crimes semelhantes, a depender da nacionalidade dos envolvidos. Representantes da União Europeia e da Organização das Nações Unidas também expressaram preocupação com os efeitos da medida sobre princípios democráticos e garantias jurídicas.
Em participação na TV Cultura, o professor Rodrigo Amaral, analisou o cenário sob a perspectiva das relações internacionais, destacando que a iniciativa ocorre em um contexto de disputas territoriais e tensões históricas, com implicações para a legitimidade de ações em áreas consideradas ocupadas pela comunidade internacional.
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